Hoje, dia 22 de maio, a Igreja celebra a memória de Santa Rita de Cássia, a quem atribuímos o título de padroeira das causas impossíveis.
Santa Rita já é amplamente conhecida sob esse olhar.
No entanto, hoje chamemos a atenção para uma realidade um pouco diferente a partir da vida e missão desta santa, que também foi esposa e mãe.
O que mais me fascina na figura de Santa Rita é o quanto ela — inobstante já esteja na Glória do céu e festejada em nossos altares aqui da terra — se aproxima de nossa realidade humana e frágil.
Nesse sentido, meu olhar para Santa Rita e agradecimento a ela na presente reflexão, vai para sua realidade como viúva que foi enquanto pisou nesse mundo terreno.
De forma particular, hoje sinto-me profundamente tocada pela fé absoluta de que Santa Rita possui uma proteção e cuidado especial pelas viúvas.
Digo isso não só pela história de vida de Rita, mas principalmente pelo testemunho que exatamente hoje presenciei de sua intercessão na vida de uma amiga muito querida, também viúva, e que teve uma graça alcançada após muitas dificuldades, a partir das mãos de Santa Rita.
Pouco antes de receber a notícia agraciada que esperava, ela me relatou: “há exatamente três anos atrás, estava em Cássia, no mosteiro em que viveu Santa Rita e lá apanhei as pétalas de rosas que deixam para os peregrinos. Até hoje, minhas pétalas nunca murcharam. É um grande milagre”.
E três anos já se passaram…
Roguemos a Deus que Santa Rita, assim como a essas rosas de minha amiga, nunca deixe murchar a nossa fé.
E peçamos ainda, em especial, o seu olhar bondoso e proteção por todas as viúvas. Que possam ter no testemunho dessa santa a fortaleza para seguirem suas vidas, apesar de todas as dificuldades.
Santa Rita de Cássia, rogai por nós.
